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| Denominação de Origem |
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| Alcobaça (Portugal) |
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| IPR Alcobaça |
O seu regulamento de D.O. é o Decreto-Lei N.º 333/89, de 28 de Setembro. A área geográfica correspondente à Indicação de Proveniência Regulamentada "Alcobaça" abrange os concelhos de Alcobaça (freguesias de Alcobaça, Alfeizerão, Alpedriz, Bárrio, Benedita, Cela, Coz, Évora de Alcobaça, Maiorga, Nossa Senhora dos Prazeres de Aljubarrota, São Vicente de Aljubarrota, Turquel, Vestiaria e Vimeiro), Caldas da Rainha (freguesias de Carvalhal Benfeito, Salir de Matos e Santa Catarina) e Porto de Mós (freguesia do Juncal). |
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| Variedades recomendadas: Arinto, Fernão Pires, Malvasia, Tamarez e Vital, com um mínimo de 80%, devendo as castas Fernão Pires e Vital estar representadas com um mínimo de 50% (brancas) Periquita, Baga e Trincadeira, no conjunto ou separadamente com um mínimo de 60%, devendo a Periquita estar representada com um mínimo de 50 (tintas). |
Notas sobre a região: Zona de pequenas encostas, é circundada por numerosas ribeiras que imprimem alguma frescura à região. A localização geográfica desta região, entre os rios Alcoa e Baça, e o seu clima mediterrânico temperado influenciam favoravelmente as suas potencialidades para a produção de vinho e produtos hortofrutícolas.
A origem desta região remonta à época Romana, estando a sua história profundamente ligada à Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça (Mosteiro de Alcobaça), doada por D. Afonso Henriques aos monges de Cister, em meados do séc. XII.
Região muito rica em património histórico, nela se situa o Museu Nacional do Vinho. |
Fonte: IVV |
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