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| Denominação de Origem |
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| Alenquer (Portugal) |
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| DOC Alenquer |
O seu regulamento de D.O. é o Decreto-Lei N.º 375/93, de 5 de Novembro, e Decreto-Lei N.º 116/99, de 14 de Abril. A área geográfica correspondente à Denominação de Origem "Alenquer" compreende duas delimitações:
Para vinhos tintos e brancos -concelho de Alenquer (freguesias de Aldeia Gavinha, Abrigada, Meca, Ota, Olhalvo, Pereiro de Palhacana, Ribafria e Ventosa e parte das freguesias de Aldeia Galega, Cabanas de Torres, Cadafais, Santo Estêvão, Santana da Carnota e Triana).
Exclusivamente para vinhos brancos - concelho de Alenquer (parte das freguesias de Aldeia Galega, Cabanas de Torres e Vila Verde dos Francos).
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| Variedades recomendadas: Arinto, Fernão Pires, Jampal e Vital, no conjunto ou separadamente com um mínimo de 70 % (brancas) Camarate, Mortágua, Periquita, Preto Martinho e Tinta Miúda, no conjunto ou separadamente com um mínimo de 70 %, devendo a Periquita estar representada no mínimo com 30% (tintas). |
Notas sobre a região: Alenquer, conquistada aos Mouros no séc. XII, teve o seu primeiro foral no século seguinte. Foi nesta vila que nasceu, em 1501, um dos maiores cronistas do Renascimento Português - Damião de Góis. Em 1755 foi parcialmente destruída pelo grande terramoto. Subsiste o Convento de São Francisco, construído em 1222, o primeiro da Ordem Franciscana em Portugal.
Região famosa pelos seus vinhos, nomeadamente os brancos, que já no século XIV eram muito apreciados em Inglaterra e que mais tarde obtiveram grande êxito na Exposição de Londres em 1890.
As vinhas formam grandes manchas contínuas, acompanhando o relevo e desenvolvendo-se por encostas e vales. Produzem vinhos brancos e tintos de grande qualidade. |
Fonte: IVV |
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