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| Denominação de Origem |
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| Beira Interior (Portugal) |
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| DOC Beira Interior |
O seu regulamento de D.O. é o Decreto-Lei Nº 442/99, de 2 de Novembro. Na sua área de produção estão reconhecidas as seguintes sub-regiões: Castelo Rodrigo, Cova da Beira e Pinhel. |
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| Variedades recomendadas: Alicante Branco, Arinto, Bical, Fonte Cal, Malvasia Fina, Malvasia Rei, Rabo de Ovelha e Síria, no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, e Tamarez (brancas) e Aragonez, Baga, Bastardo, Jaen, Marufo, Moreto, Periquita, Rufete, Tinta Carvalha, Touriga Nacional e Trincadeira Preta, no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, e Alfrocheiro Preto (tintas). |
Notas sobre a região: A região da Beira Interior esteve sempre presente na nossa História. Os Celtas deixaram os seus vestígios - os "castros" - e é nesta zona que em 25 a.C. é fundada, pelos Romanos, a Lusitânia, seguindo-se, durante o séc. V da nossa era, invasões de Vândalos, Suevos e Alanos. A produção de vinho inicia-se durante a ocupação romana, mas foi no limiar do século XII, pelas mãos dos Monges de Cister, que esta se desenvolveu de forma muito significativa.
Devido à sua posição geográfica relativamente ao mar e às direcções montanhosas central e nordeste o clima é mediterrânico continental, beneficiando da agressividade invernosa dada pela proximidade da Serra da Estrela. Os verões são muito quentes e secos. As extremas condições climatéricas são bem suportadas pelas castas utilizadas, produzindo uvas aromatizadas donde resultam vinhos macios, consequência de uma criteriosa selecção de castas e de uma vinificação tradicional. |
Fonte: IVV |
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