 |
|
|
|
 |
| Denominação de Origem |
| |
|
| Bucelas (Portugal) |
| |
| DOC Bucelas |
O seu regulamento de D.O. é o Decreto-Lei N.º 43/2000, de 17 de Março. A área geográfica correspondente à Denominação de Origem "Bucelas" abrange a freguesia de Bucelas e parte das freguesias de Fanhões (lugares de Fanhões, Ribas de Cima, Ribas de Baixo, Barras e Cocho) e de Santo Antão do Tojal (lugares de Pintéus, Meijoeira e Arneiro), do concelho de Loures. |
|
| Variedades recomendadas: Arinto, com um mínimo de 75% do encepamento, Esgana Cão e Rabo de Ovelha (brancas). |
Notas sobre a região: Foi com as invasões Francesas que o vinho de Bucelas começou a ser conhecido internacionalmente. O Duque de Wellington, então comandante das tropas anglo-portuguesas contra os exércitos napoleónicos, por tanto o apreciar ofereceu-o de presente a Jorge III, introduzindo-o assim em Inglaterra.
Depois da Guerra Peninsular, o consumo deste vinho tornou-se um hábito na corte Inglesa. No tempo de Shakespeare era conhecido pelo nome de "Charneco", e mais tarde foi também conhecido pelo nome de Lisbon Hock (vinho branco de Lisboa).
Esta região situa-se a 25 Km a norte de Lisboa, no vale do rio Trancão. As vinhas instalam-se em solos que correspondem às tradicionais "caeiras", predominantemente derivados de margas e calcários duros.
Com um clima bastante frio no inverno e temperado no verão apresenta, no entanto, grandes oscilações térmicas nessa época.
A casta que confere as características organolépticas inconfundíveis deste famoso vqprd branco é a Arinto. |
Fonte: IVV |
|
|
|
 |
|