| Denominação de Origem |
| |
|
| Chaves (Portugal) |
| |
| IPR Chaves |
| O seu regulamento é o Decreto-Lei N.º 341/89, de 9 de Outubro. A área geográfica correspondente à Indicação de Proveniência Regulamentada "Chaves" situa-se em Trás-os-Montes e abrange parte do concelho de Chaves (freguesias de Anelhe, Arcossó, Bustelo, Calvão, Cela, Chaves, Curalha, Eiras, Ervededo, Faiões, Lama de Arcos, Loivos, Oura, Outeiro Seco, Póvoa de Agrafões, Redondelo, Samaiões, Sanjurge, Santo António, Monforte, Santo Estêvão, S. Pedro de Agostém, Seara Velha, Selheriz, Soutelinho da Raia, Soutelo, Vale de Anta, Vidago, Vila Verde da Raia, Vilar de Nantes, Vilarelho da Raia, Vilarinho das Paranheiras, Vilela Seca e Vilela do Tâmega e parte do concelho de Vila Pouca de Aguiar (freguesias de Capeludos e Valoura). |
|
| Variedades recomendadas: Boal, Côdega, Gouveio ou Verdelho e Malvasia Fina, no conjunto ou em separado com um mínimo de 70% (brancas) e Bastardo, Tinta Carvalha, e Tinta Amarela, no conjunto ou em separado com um mínimo de 70% (tintas). |
Notas sobre a região: Habitada desde o Paleolítico, Chaves foi marcada pelos povos que por ela passaram, desde os Suevos, aos Mouros, Leoneses e Romanos, sendo estes últimos os que mais a influenciaram. No ano 78 d.C., durante a vigência do imperador Flávio Vespasiano (daí o seu antigo nome de Aquae Flaviae) Chaves transformou-se num aquartelamento de legiões romanas, tendo sido, ao longo da sua história, palco militar e uma praça de guerra sempre pronta.
Nesta zona, a região vinícola mais famosa é a de Ribeira de Oura, que inclui as povoações de Oura, Vila Verde e Vidago, a sul do concelho de Chaves, onde a vinha se desenvolve nas encostas dos pequenos vales, cortados pelos afluentes do rio Tâmega e protegidos do norte por serranias, com grandes manchas de souto e pinhal.
Esta região é, ainda, famosa pelas suas águas termais, referenciadas desde a época da romanização. |
Fonte: IVV |
|
|
|
 |