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| Denominação de Origem |
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| Óbidos (Portugal) |
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| DOC Óbidos |
O seu regulamento de D.O. é o Decreto-Lei N.º 342/89, de 7 de Março, e Decreto-Lei N.º 116/99, de 14 de Abril. A área geográfica correspondente à Denominação de Origem "Óbidos" abrange os concelhos de Bombarral (freguesias de Bombarral, Carvalhal, Roliça e Vale Côvo), Cadaval (freguesias de Algube, Cadaval, Figueiros, Lamas, Painho, Peral, Pêro Moniz, Vermelha e Vilar), Caldas da Rainha (freguesias de A dos Francos, Alvorninha, Landal, São Gregório de Fanadia e Vidais), Óbidos (freguesias de A-dos-Negros, Gaeiras e São Pedro). |
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| Variedades recomendadas: Vital, Arinto, Fernão Pires e Rabo de Ovelha, devendo a Vital estar representada com um mínimo de 50% e as restantes não representar mais que 10% cada uma (brancas) Periquita, Bastardo, Camarate e Tinta Miúda, devendo a Periquita estar representada com o mínimo de 60% (tintas). |
Notas sobre a região: Esta região, com grande tradição na produção de vinhos, situa-se numa zona privilegiada onde a História se sente pelos monumentos aí existentes. Óbidos foi conquistada por D. Afonso Henriques aos mouros, em 1148, sendo o seu primeiro foral em 1326, dado pela Rainha Santa Isabel. Caldas da Rainha foi fundada, no séc. XV pela rainha D. Leonor, mulher de D.João II. Cadaval teve o seu primeiro foral em 1371, tornando-se Casa Ducal em 1648. Bombarral começou como couto privado do Mosteiro de Alcobaça, passando, no séc. XV para a Casa Real.
A paisagem é composta por encostas suaves e vales férteis e o clima é mediterrânico temperado. As vinhas localizam-se em encostas com pouco declive até uma altitude de cem metros.
Da conjugação destes factores com uma selecção de castas bastante própria desta região resultam vinhos harmoniosos cuja qualidade é há muito reconhecida. |
Fonte: IVV |
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