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| Aalto 2000 |
| Produtor: | Bodegas Aalto |
| D.O. / Zona: | Ribera del Duero |
| País: | Espanha |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | 100% Tempranillo (Aragonês) |
| Estágio: | 22 meses em barrica |
| Graduação (% vol.): | 13,8 |
| Enólogo: | Mariano García |
| Preço: |     |
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| Data publicação: | Junho 2004 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Abril 2004 |
| Comentário prova: | Provado em prova cega. Cor vermelho escuro, denso, com bordos muito levemente acastanhados.
Mal se pega no copo levamos com uma enorme bofetada de aromas de torrefacção, muito café, uma mistura de arábica e robusta que nos transporta para outras paragens e outros contextos. Depois vêm as notas de barro, de argila molhada e mesmo alguma terra, os aromas especiados, as notas balsâmicas e o embalo suave do caramelo. Fruta? Isso não há muita, mas há compotas, sobretudo compota de tomate e ameixa.
A boca? Uma surpresa, uma surpresa bem agradável! Afasta-se do perfil transmitido pelo nariz e caminha para um vinho mais vivo, mais alegre, muito mais composto, harmonioso e complexo. Acidez viva, taninos corajosos e resolutos, por vezes impetuosos, sem nunca serem agressivos, mostra-se simultaneamente fresco, potente e harmonioso. A fruta mostra-se de forma muito mais evidente na boca, a madeira revela integração exemplar e ficamos com vontade de elogiar a mestria de quem soube retirar as mais valias da madeira, sem incorrer nos seus defeitos. Estrutura franca, elegante, é um bom exemplo do que a casta Aragonês pode atingir.
É um vinho que nos leva a acreditar que lhe está reservado um futuro risonho, longo e saudável. |
| Ptos*: | 17 |
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| Data publicação: | Julho 2004 |
| Provado por: | Tiago Teles - Os5às8 |
| Data prova: | Maio 2004 |
| Comentário prova: | Bebido em prova cega. Nariz intenso, denso, onde as sensações a compota de ameixa misturam-se com a fortaleza de uma madeira estruturante e complexa, que lhe confere componentes a café, chocolate, baunilha, fumo e tabaco. Apesar de presente, a madeira integra-se no conjunto de forma exemplar. A envolvência vegetal lembra eucalipto.
Na boca é suave, espesso nos sabores a fruta que marcam a evolução no palato. A acidez equilibra a progressão, revelando uns taninos estruturados, sedosos, mas ainda com leve marca da madeira de estágio. O final é longo, saboroso, elegante e apetecível. Um vinho que revelou algumas semelhanças com o Quinta do Mouro Rótulo Dourado 2000 e que, seguramente, agradará à maioria que o provar. Eu gostei muito. |
| Ptos*: | 17 |
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* Base de pontuação 20 |
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