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| Balmoral 1997 |
| Produtor: | Rosemount Estate |
| D.O. / Zona: | McLaren Vale |
| País: | Austrália |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | 100% Syrah |
| Estágio: | 21 meses em carvalho americano |
| Graduação (% vol.): | 14 |
| Enólogo: | Robert Shaw |
| Preço: |      |
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| Data publicação: | Novembro 2002 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Novembro 2002 |
Comentário prova:
 | Este extraordinário vinho é feito a partir de parcelas da casta Syrah muito antigas, mais concretamente de 3 parcelas, a mais idosa com 170 anos e a mais jovem com cerca de 80 anos! Esta idade das vinhas é demonstrada no palato aveludado, estruturado e rico.
A cor é no mínimo impressionante, muito carregada, quase opaca. O aroma vai revelando diferentes sensações ao longo da prova, desde as especiarias e fruta preta iniciais até aos maravilhosos aromas complexos depois de bastante arejado. Presença notável de pimenta moída e madeira americana em extrema harmonia com o nariz.
O palato mostra a fruta generosa e expressiva que o cobre bem como o aveludado do paladar. A concentração revelada por este vinho é absolutamente espantosa! Os taninos são firmes como aço mas tão bem integrados na estrutura que quase parecem aveludados e suaves.
Apesar de ser quase um infanticídio beber este vinho agora (o produtor aconselha 2015 como data ideal para consumo), a verdade é que ele se bebe agora com muito, muito, mas mesmo muito prazer. É "apenas" um vinho tremendamente "sexy" e voluptuoso. Faz parte do restrito lote de vinhos que mostra a sua grandiosidade desde a mais tenra infância.
Este Balmoral faz parte dos raros vinhos que nos enchem a alma! |
| Ptos*: | 19 |
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| Data publicação: | Novembro 2002 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Novembro 2002 |
| Comentário prova: | Que vinho, senhores! A cor e a concentração são de arrepiar e a potência aromática é quase asfixiante. Carradas de apara de lápis -fui induzido para o universo Cabernet-, muito fruto preto (cassis...), sensações silvestres e uma ténue impressão envernizada. O arejamento aumenta-lhe a complexidade, imprimindo-lhe notas de torrefacção. Uma boca para arrasar... uma verdadeira tareia para o palato. Grosso, tenso, pujante, uma armação tânica para décadas e um final, a lembrar tinta, que nunca mais acaba. Um tinto explosivo, um paiol de pólvora, um rastilho à espera que lhe peguem fogo. É muito cedo para nos aproximar-mos dele e, é díficil prever onde poderá chegar. Deixe-o num recanto da garrafeira... a menos que queira ser completamente esmagado. Um Syrah demolidor... a Austrália no seu melhor! |
| Ptos*: | 18,5 |
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| Data publicação: | Novembro 2002 |
| Provado por: | Tiago Teles - Os5às8 |
| Data prova: | Novembro 2002 |
| Comentário prova: | Bebido em prova cega. Nariz denso e maduro, com aromas de compota de fruto preto, especiarias e rosas. Ligeiras nuances de hortelã. Na boca o vinho é potente, com acidez viva, e denso na concentração de sabores, marcados pela fruta madura. Os taninos acentuam o gosto do vinho. A envolvência do palato é longa e o final de boca persistente. Um vinho inesquecível, pleno de força. Um verdadeiro desafio aos sentidos. É considerado um dos grandes vinhos Australianos, mas o produtor aconselha que seja bebido em 2015. |
| Ptos*: | 18,5 |
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* Base de pontuação 20 |
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