 |
|
|
|
| |
| Balmoral 1999 |
| Produtor: | Rosemount Estate |
| D.O. / Zona: | McLaren Vale |
| País: | Austrália |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | 100% Syrah |
| Estágio: | 21 meses em carvalho francês |
| Graduação (% vol.): | 14,5 |
| Enólogo: | Robert Shaw |
| Preço: |      |
|
|
| Data publicação: | Março 2003 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Março 2003 |
Comentário prova:
 | A cor deste Balmoral é impressionante de concentração e densidade, é negra, opaca, retinta. O aroma mostra notas especiadas, sobre uma intensa camada de fruta preta. Fruta preta rica, pura, fresca, ligeiro licor e madeira muito bem integrada no conjunto. A fruta, apesar de delicada, tem uma persistência incrível e o vinho mostra enorme estrutura e equilíbrio. Os taninos são aveludados, a fruta (já tinha falado em fruta?) é expressiva, este é um vinho sofisticado e complexo com uma estrutura simultaneamente elegante e poderosa. A conjugação e concentração de fruta preta, de cereja, de bagas silvestre e especiarias envolvem o palato e juntamente com a excelente madeira criam um enorme fim de boca.
Este é um daqueles vinhos que está sempre em crescendo na boca, com um final que termina em leque, numa verdadeira explosão de intensidade. Os taninos polidos mas musculados, a acidez fina mas acertiva, providenciam o que é necessário para uma longa e saudável evolução em garrafa. Neste momento este Syrah é um infante, um rebento ainda a desabrochar e a aguardar pela puberdade. Beba uma agora e deixe as outras a repousar, tenha paciência, vai ver que compensa. A maturidade leva tempo a alcançar nestes vinhos... |
| Ptos*: | 18 |
|
|
| Data publicação: | Outubro 2004 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Julho 2004 |
| Comentário prova: | Enorme concentração de cor com um rubi profundo que se prolonga até ao menisco. Aroma cheio e vigoroso dando sinais de intensidade telúrica, evoluindo depois para fumo e para a gama especiada com pimenta preta em grão. Fruto de cereja e ameixa e, só mais tarde, a torrefacção com o café. Densidade, volume, potência e completa ausência de quaisquer sinais de violência gratuita. Sabores da especiaria num final muito longo com o fruto de amora, cereja e ameixa a imporem-se sobre a baunilha. Taninos em profusão mas completamente absorvidos por tamanha corpulência. Um vinho muito poderoso mas sem excessos ou desequilíbrios. A Austrália primodivisionária. |
| Ptos*: | 17,5 |
|
* Base de pontuação 20 |
| | |