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| Campolargo Vinha da Costa 2001 |
| Produtor: | Campolargo |
| D.O. / Zona: | Beiras |
| País: | Portugal |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | Merlot, Tinta Roriz e Syrah |
| Estágio: | 14 meses em barricas novas de 300 litros |
| Graduação (% vol.): | 13,5 |
| Enólogo: | - |
| Preço: |     |
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| Data publicação: | Março 2003 |
| Provado por: | Tiago Teles - Os5às8 |
| Data prova: | Março 2003 |
| Comentário prova: | O nariz do vinho é complexo e penetrante. Os aromas a fruta madura são intensos. Fruto preto e vermelho, tipo cereja, a marcar o nariz. Componente mineral a conferir uma frescura impressionante ao aroma, que é completado com especiarias e nuances de madeira. Na boca o vinho é encorpado mas algo picante. A acidez é viva e a riqueza dos taninos evidente. Estes dois componentes, aliados a uma boa concentração de sabor, criam um final de boca persistente. O paladar é estimulado por um forte sabor a fruta madura. Existe um ligeiro desiquilíbrio entre o álcool e a concentração, gerando uma sensação picante e agressiva no palato médio. Essa falta de elegância penaliza um conjunto que teria tudo para ser um dos melhores vinhos portugueses. O rótulo não é bem conseguido e a reduzida produção de 2000 garrafas não ajuda muito. Só consegui acalmar a sua força com um Butelo!!. Penalizo a falta de elegância, mas os amantes da "potência" vão seguramente ficar deslumbrados com este vinho. |
| Ptos*: | 17 |
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Esta nota de prova foi contribuição de um leitor Os conteúdos são da inteira responsabilidade do autor |
| Data publicação: | Abril 2003 |
| Provado por: | Jorge Sousa |
| Data prova: | Abril 2003 |
| Comentário prova: | Este vinho regional Beiras foi-me sugerido pelo dono de uma loja da especialidade, que o caracterizou como um "vinho interessante das beiras", e assim se veio a revelar. Produzido a partir de quantidades iguais de Syrah,Merlot e Tinta Roriz, provenientes da vinha da costa, estagiou durante 14 meses em barricas novas de 300 lts.
Concentração notável, de cor púrpura intensa, deixando um glicerinado incolor agarrado às paredes do copo quando este se volteia. Aroma igualmente intenso mas não agressivo ou enjoativo, a frutos maduros silvestres e frescos (nada pesado). Apresenta também alguma especiaria. Nesta fase penso, no entanto, que deve ser arejado pelo menos 1 hora antes de ser degustado, uma vez que de início, e como seria de esperar, os aromas da madeira se sobrepõem a tudo o que foi referido acima. Posteriormente as coisas melhoram e a dominância da madeira no nariz diminui significativamente.
Na boca apresenta-se vigoroso, fresco, cheio, com taninos saborosos e nada agressivos. Confirma a fruta madura do nariz mas ainda por casar completamente com a madeira. Para que tudo se harmonize desse-lhe algum tempo de estágio em garrafa. Nota-se ainda um toque picante a agredir as papilas gustativas, o que me desagradou. Fora isso tem um final de boca seco e persistência longa. Sugiro-o como bom acompanhante de enchidos, particularmente mais gordos, do estilo morcela...mas é apenas uma sugestão, talvez entre mais algumas. |
| Ptos*: | 16 |
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* Base de pontuação 20 |
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