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| Bonny Doon Cardinal Zin 1999 |
| Produtor: | Bonny Doon Vineyards |
| D.O. / Zona: | Santa Cruz |
| País: | Estados Unidos da América |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | 78% Zinfandel, 14% Carignan, 5% Grenache Noir e 3% Sangiovese |
| Estágio: | 12 meses em barrica |
| Graduação (% vol.): | 13,5 |
| Enólogo: | Randall Grahm |
| Preço: |      |
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| Data publicação: | Abril 2003 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Abril 2003 |
Comentário prova:
 | O rótulo deste Zinfandel de Bonny Doon revela por si só o que este produtor representa, bem como a sua maneira de ser e de estar no mundo do vinho. Randall Grahm construiu uma imagem de irreverência, uma forma de estar no vinho que o distingue dos seus pares. O rótulo revela o humor negro, cáustico e sem contemplações que o caracteriza. O trocadilho Cardinal Zin é fabuloso, bem como a frase acessória, "beastly old vines"...
Mas deixemo-nos de discutir a embalagem, o embrulho e concentremo-nos no essencial, no vinho. Mostra cor cereja vermelha, não particularmente opaca nem concentrada. Os aromas são dominados por uma sensação de terra húmida, trufa, fruta vermelha e preta, um certo aroma campestre que não é frequente. No fundo a imagem que o vinho me transmitiu foi a imagem do Outono, das folhas a cair, de aromas balsâmicos e mesmo de caixa de charutos. No entanto está sempre presente um componente rústico que a prova de boca se vai encarregar de confirmar.
É guloso na boca, frutado, rústico, mas sobretudo revela uns taninos super-poderosos. É adstringente em demasia para o meu gosto, o que lhe retira algum do prazer na prova e o torna demasiado rústico. É um vinho sólido, magistral, mas a quem falta elegância. É um bom vinho, mas demasiado caro para aquilo que dá em troca.
Vem rolhado com uma rolha preta artificial "Supremecorq"... |
| Ptos*: | 15,5 |
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* Base de pontuação 20 |
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