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| Cloudy Bay Sauvignon Blanc 2002 |
| Produtor: | Cloudy Bay |
| D.O. / Zona: | Marlborough |
| País: | Nova Zelândia |
| Tipo de vinho: | Branco |
| Castas: | 100% Sauvignon Blanc |
| Estágio: | Inox |
| Graduação (% vol.): | 13,5 |
| Enólogo: | Kevin Judd |
| Preço: |     |
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| Data publicação: | Fevereiro 2003 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Fevereiro 2003 |
Comentário prova:
 | Cor amarelo muito pálido, quase transparente.
Levar este vinho ao nariz é arriscar-se a levar uma autêntica bofetada de fruta tropical, de flores, de erva fresca, tudo isto assente numa camada de citrinos, sobretudo lima e toranja. Aromaticamente este Sauvignon Blanc é um regalo para o olfacto, um "mimo", um desafio aos sentidos e um prazer quase lascivo...
Na boca surge a confirmação de tudo o que o nariz promete, uma explosão de fruta tropical (sobretudo manga), de maça verde, de fruta de excelente qualidade, madura e deliciosa. E é então que se nota a acidez penetrante e intensa, acidez que lhe dá uma estrutura explosiva e intensa. Apesar dos seus 13,5º não se nota nem a mais pequena sugestão de álcool. Um excelente vinho, sobretudo um vinho que se bebe com o maior dos prazeres. É difícil resistir a um vinho destes...
Dêem este vinho a provar a qualquer um que diga que não gosta de brancos e depois veja o resultado... |
| Ptos*: | 17 |
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| Data publicação: | Junho 2004 |
| Provado por: | Tiago Teles - Os5às8 |
| Data prova: | Abril 2004 |
| Comentário prova: | Sabe sempre bem começar uma nota de prova com um pouco de história: o nome deste produtor é, na verdade, o nome de uma baía situada no extremo sudeste do vale de Wairau, tendo sido baptizada pelo famoso Capitão Cook, na sua viagem à Nova Zelândia em 1770. Este produtor aposta em vinhos monocasta, principalmente Sauvignon Blanc, Chardonnay e Pinot Noir tendo, no entanto, também plantadas parcelas de Riesling e Gewürztraminer.
Aroma fresco, equilibrado e complexo. A componente vegetal marca o perfil através de aromas dominantes a relva fresca cortada e espargos. Este carácter é reforçado por uma componente mineral solta que nos serve de capa a sensações a maça verde fresca de toque vibrante. Na boca o equilíbrio é marcante, conduzindo os sentidos para uma sensação de bem estar, relaxada. A untuosidade envolvente, ampla, é estruturada por sabores vegetais e minerais que vão disputando entre si o protagonismo. Termina longo, enquadrado por uma acidez viva, assertiva. Brancos assim valem muito a pena. |
| Ptos*: | 16 |
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* Base de pontuação 20 |
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