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| Dado 2000 |
| Produtor: | Dirk Niepoort e Álvaro Castro |
| D.O. / Zona: | Dão/Douro |
| País: | Portugal |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | Várias |
| Estágio: | Carvalho novo francês |
| Graduação (% vol.): | 13 |
| Enólogo: | Dirk Niepoort e Álvaro Castro |
| Preço: |      |
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| Data publicação: | Junho 2003 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Janeiro 2003 |
Comentário prova:
 | Penetrante nas tonalidades granada/púrpura. Muito jovem, com o aroma marcado pela cremosidade da madeira, aliás, de excelente recorte e finura. Ainda tímido na sua expressão frutada, combina o toque mineral com alguma terra, bagas silvestres e um toque floral em pano de fundo. Cheio na boca, fresco, muito boa acidez, com o corpo do vinho a absorver os taninos, que só no final se mostram com ligeira secura. Está muito fino, cheio de souplesse e todo o perfil de boca aponta para um conjunto equilibrado e harmonioso. Se está à espera de um "brutamontes" vai ficar desiludido. Se anda atrás de finura e elegância vai rever-se neste vinho. Mais Dão que Douro e bem melhor que muitos Douro... que nos Dão! |
| Ptos*: | 16,5 |
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| Data publicação: | Julho 2003 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Julho 2003 |
| Comentário prova: | Cor escura, mesmo invulgarmente escura para uma associação Dão/Douro. Cromaticamente está mesmo a roçar na escuridão do preto escuro. O nariz é discreto, comedido, diplomático, mas com extraordinária intensidade e concentração. Não é particularmente frutado, nem particularmente exuberante, mas é de boa qualidade, com agradáveis notas terrosas associadas a leves alusões minerais.
Excelente acidez, plenamente integrada na estrutura do vinho. Taninos muito polidos, elegantes, nitidamente a apostar na suavidade em detrimento da potência pura. O equilíbrio alcançado é de facto digno de realce. Este Dado de mesa, não esmaga, não espanta, não arrebata corações, mas cativa pela intensidade, pelo sensibilidade e pelo equilíbrio. A prova que a palavra intensidade não tem forçosamente de rimar com potência. Nada mau, para um "simples" vinho de mesa... |
| Ptos*: | 16,5 |
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| Data publicação: | Fevereiro 2004 |
| Provado por: | Tiago Teles - Os5às8 |
| Data prova: | Dezembro 2003 |
| Comentário prova: | Nariz fechado, de carácter vegetal, com predominância de aromas a esteva, a caruma e a resinas. O fruto preto está encoberto pela madeira fumada, com nuances a carne estorricada. É fresco, rústico, não disfarçando o desequilíbrio alcoólico.
Na boca, os sabores fechados são vegetais e a madeira. Termina longo, com rusticidade, ligeiro toque metálico, e uma acidez viva que confere ligeiro amargo. Entra na boca com violência, mas altera o seu perfil a meio da evolução, revelando-se elegante no final. A acidez puxa suavemente pelos sabores e por uns taninos fortes, muito fortes, bem envolvidos na estrutura, dando profundidade aos sabores. Um vinho bastante didáctico que tem vários anos de vida pela frente. Beba-se daqui a 6-8 anos, com muito prazer e com uma classificação superior a esta. Verifica-se facilmente o cunho de ambos os produtores. |
| Ptos*: | 16,5 |
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* Base de pontuação 20 |
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