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| Château Pichon Longueville Comtesse de Lalande 1997 (Pichon Lalande) |
| Produtor: | Domaine de Château Pichon Longueville Comtesse de Lalande |
| D.O. / Zona: | Bordéus (Pauillac) |
| País: | França |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc |
| Estágio: | 18 meses em carvalho francês de Allier e Nièvre, sendo 50% madeira nova e 50% madeira com 1 ano |
| Graduação (% vol.): | 13 |
| Enólogo: | Ribéreau Gayon |
| Preço: |      |
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| Data publicação: | Novembro 2002 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Novembro 2002 |
Comentário prova:
 | Este Grand Cru Classé de Bordéus apresenta um nariz maravilhosamente complexo, com especiarias de madeira (sobretudo cedro), ligeiro mentol, algum couro, notas minerais, bem como alguma groselha e amora. Estranhamente surgem também algumas subtis notas a alho neste aroma finamente rendilhado.
Na boca o vinho surpreende pela qualidade do fruto e pelo aveludado do paladar, um conjunto notável onde coabitam admiravelmente taninos finos e sedosos, potência bem "domesticada", tudo num conjunto que aparenta leveza e graça. Um vinho extraordinariamente feminino!
O ataque de boca revela uma patine, um veludo que se desenvolve e insinua na boca perdurando num final de boca como não pensava poder existir. O final evoca caramelo, chocolate fino e revela uma persistência a todos os títulos notável!
É um daqueles vinhos que facilmente pode passar ao lado se não se estiver com atenção, sobretudo se confrontado com "monstros" de fruta e álcool! Consegue aliar finura, elegância, complexidade e potência num só vinho.
Agora percebo a fama dos Grand Crus de Bordéus! |
| Ptos*: | 19 |
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| Data publicação: | Novembro 2002 |
| Provado por: | Tiago Teles - Os5às8 |
| Data prova: | Novembro 2002 |
| Comentário prova: | Bebido em prova cega. Foi o primeiro vinho francês conceituado que bebi na vida. A sua extraordinária delicadeza merecia um tipo de prova mais calmo, fora de uma prova cega, contra vinhos de 14%.
Nariz delicado e complexo com muita especiaria, floral e mineral. Na boca o vinho é encorpado, fresco e concentrado. A envolvência do palato e o final de boca são longos, com persistência de aromas Cabernet. Os taninos são gostosos. Um vinho exemplar e original que, finalmente, me ajudou a perceber a fama dos grandes vinhos franceses. |
| Ptos*: | 18 |
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| Data publicação: | Dezembro 2002 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Novembro 2002 |
| Comentário prova: | Bastaria a finura aromática para nos rendermos a este "super-second". Estão lá a fruta, a apara de lápis, uma ligeira borracha e, todo o conjunto começa a dar sinais de vir a evoluir para descritores de torrefacção. Um nariz envolto num manto de equilíbrio e finura extremas. Muito estruturado na boca, redondo, com uma textura admirável e, quer queiramos quer não, um hino à harmonia e à elegância: tudo numa linha do tipo "se te distrais... nem dás por mim". Um autêntico veludo, com um final... minha Nossa Senhora. Um excelente exemplo de como os "grandes" de Bordéus continuam a comandar as tropas. Se é assim com uma colheita menor, o que será num ano "clássico"? |
| Ptos*: | 18,5 |
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* Base de pontuação 20 |
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