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| The Last Ditch 2002 |
| Produtor: | d'Arenberg |
| D.O. / Zona: | McLaren Vale |
| País: | Austrália |
| Tipo de vinho: | Branco |
| Castas: | 100% Viognier |
| Estágio: | Carvalho francês |
| Graduação (% vol.): | 14,5 |
| Enólogo: | Chester Osborne |
| Preço: |     |
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| Data publicação: | Fevereiro 2004 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Fevereiro 2004 |
| Comentário prova: | Este d'Arenberg é um vinho monocasta de Viognier, essa casta tão discreta e fugidia que beneficia hoje de um revivalismo internacional. Não é nem será uma casta popular, mas conseguiu cruzar continentes e hoje começa a dar os seus frutos nos Estados Unidos e na Austrália. Ora é precisamente da Austrália, do produtor d'Arenberg que nos chega este vinho que mostra cor amarelo palha carregado, quase na transição para o amarelo ouro.
O aroma está bastante fresco, muito leve, gracioso e perfumado. Transmite a imagem de um campo coberto de flores, de uma paisagem idílica de postal, quase um conto de fadas onde pétalas de rosa esvoaçam pelo ar... Mas logo de imediato somos despertados para a presença da casca de pêssego, para o alperce e porque não, para as lichias. As marcas de fumo não são imediatas, mas após alguns volteios mais violentos do copo, elas aparecem e permanecem por algum tempo, associados a tosta e um pouco de caramelo. Mas sem intensidade suficiente para mascarar os outros aromas delicados, apenas um complemento.
Está macio e sedoso, glicerinado, muito suave, com acidez diminuta mas suficiente para enquadrar o vinho. Aliás, a casta Viognier nunca foi conhecida pela acidez extraordinária que transmite ao vinho... O damasco está em evidência, o conjunto funciona bem e temos um branco muito harmonioso e perfumado. Não é um vinho para guardar, antes pelo contrário, mas nesta fase está perfeito para consumo. Experimente sensações diferentes! |
| Ptos*: | 16 |
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| Data publicação: | Julho 2004 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Fevereiro 2004 |
| Comentário prova: | Provado duplamente às cegas. Uma casta sobejamente conhecida dos franceses, com direito a uma denominação própria, mas que aqui nos surge com passaporte australiano. Muitos tons limonados e, como que por passe de mágica... cadê o álcool? Notas de excelente barrica, fumo, vegetal fresco, nuances limonadas e alguma palha. Imensamente fresco com os apontamentos mentolados, a salsa e a hortelã a crescerem com o arejamento e a fundirem-se com os aromas amendoados. Ataque a espelhar a grande densidade do vinho, excelente untuosidade, com a acidez a reforçar a percepção dos sabores a hortelã-pimenta. Longo final com as notas tostadas a contribuir para uma maior complexidade do conjunto. Um vinho de perfil elegante, fino... cheio de classe. O hemisfério Sul a querer rivalizar com alguns brancos das Côtes-du-Rhône. Condrieu que se cuide porque esta Austrália... não pára! |
| Ptos*: | 16 |
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* Base de pontuação 20 |
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