Cerca de 2 anos em madeira avinhada e 21 meses em garrafa
Graduação (% vol.):
14
Enólogo:
Rui Moura Alves
Preço:
Data publicação:
Novembro 2003
Provado por:
Tiago Teles - Os5às8
Data prova:
Outubro 2003
Comentário prova:
O nariz revela alguma doçura e um ligeiro desequilíbrio alcoólico. Está confuso e pouco definido. A madeira marca presença forte remetendo-nos para aromas a chocolate que, associados ao fruto preto maduro lhe conferem um perfil alicorado. Com a evolução de copo as notas queimadas ganham predominância recordando uma característica da casta Syrah - borracha queimada. Na boca tem um carácter agressivo associado ao excesso de álcool. A acidez acentua a rusticidade e os taninos fortes puxam em sentido contrário, acentuando o desequilíbrio geral. Os sabores são secos e limitados à madeira, terminando moderado, num estilo potente que apela mais aos sentidos tácteis. Os garrafeira Quinta de Baixo têm fama de envelhecer bem sendo, por isso, de esperar que o conjunto equilibre com o passar do tempo. De momento a prova é difícil e a nota reflecte isso.