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| Quinta de Cabriz Colheita Seleccionada 2000 |
| Produtor: | Dão Sul |
| D.O. / Zona: | Dão |
| País: | Portugal |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | 60% Alfrocheiro, 20% Tinta Roriz e 20% Touriga Nacional |
| Estágio: | 6 meses em carvalho francês |
| Graduação (% vol.): | 13 |
| Enólogo: | Carlos Rodrigues |
| Preço: |  |
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| Data publicação: | Agosto 2002 |
| Provado por: | Rui Falcão |
| Data prova: | Agosto 2002 |
| Comentário prova: | Cor vermelha muito ligeira com pouca profundidade. Aroma pouco pronunciado com algumas notas de morango. Pelos vistos estagiou 6 meses em carvalho francês, mas não se nota de todo a presença da madeira. O que se nota são alguns aromas difíceis de definir e identificar mas que me fizerem lembrar alguns sumos de fruta em pó (tipo Tang)... Na boca revela-se muito, muito magrinho, curto e com um ligeiro pico na língua (será que fez malolatica na garrafa?). Nada deslumbrante, vinho sem defeitos mas também sem grandes virtudes. Positivo é o preço, cerca de 4 euros, mas também pedir mais por este vinho não fazia nenhum sentido! Inexplicavelmente este vinho é apresentado numa bonita (e com certeza cara) garrafa, sinceramente não percebo bem qual a lógica de utilizar este tipo de garrafa num vinho do segmento baixo, enfim estratégias de marketing! |
| Ptos*: | 13 |
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| Data publicação: | Dezembro 2002 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Dezembro 2002 |
| Comentário prova: | Rubi com ligeira concentração. Frutos vermelhos (morangos...) e notas vegetais (palha...) num nariz de média intensidade, excessivamente marcado pelo madeiramento. Na boca o vinho revela alguns "tiques" típicos do excesso de produção: diluído, algo delgado, parco na estrutura, modesto na complexidade, com um final ainda marcado pelo tanino... da madeira. Um tinto simples, simpático e que, acreditamos, fará as delícias de muitos dos fanáticos da relação qualidade-preço. Uma aposta perfeitamente justificável do ponto de vista comercial, atendendo aos tempos difíceis que se avizinham. Um verdadeiro "El Dorado" para a restauração -estão a ver margens de 300 ou 400%- mas, enófilo que se preze dificilmente beberá uma segunda garrafa porque de "seleccionada" a "colheita" tem pouco. Um exemplo perfeito de como o prazer vínico não se compadece com análises do tipo custo/benefício. |
| Ptos*: | 13,5 |
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Esta nota de prova foi contribuição de um leitor Os conteúdos são da inteira responsabilidade do autor |
| Data publicação: | Novembro 2003 |
| Provado por: | Paulo Gaspar Silva |
| Data prova: | Novembro 2003 |
| Comentário prova: | Faz agora aproximadamente um ano que provei pela primeira vez este vinho, do qual tinha boas referências mas não me havia convencido. Resolvi esperar mais uns tempos e dar uma segunda oportunidade para dar o meu parecer final. Continuo convicto de que este vinho não é nenhum achado...apesar de considerar uma boa relação qualidade preço, considero que é possível encontrar relações mais atraentes para o consumidor final. A garrafa é bastante interessante e anormalmente bonita para vinhos deste preço. De cor rubi este vinho é muito fechado e revela pouca intensidade. É difícil encontrar o sabor a frutos silvestres e a compotas. |
| Ptos*: | 10,5 |
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* Base de pontuação 20 |
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