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| Quinta do Estanho 30 Anos |
| Produtor: | Jaime Acácio Queiroz Cardoso |
| D.O. / Zona: | Porto |
| País: | Portugal |
| Tipo de vinho: | Porto Tawny 30 Anos |
| Castas: | Castas tradicionais (Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Mourisco) |
| Estágio: | - |
| Graduação (% vol.): | 20 |
| Enólogo: | Carlos Soeiro |
| Preço: |      |
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| Data publicação: | Maio 2004 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Março 2004 |
| Comentário prova: | Engarrafado em 2001. Começemos pela cor, castanho denso, muito aloirao com leves sugestões esverdeadas nos bordos. Do aroma basta referir que dez minutos depois de aberto, o perfume emanado inundou toda a sala, numa performance notável para um vinho de idade tão respeitável. Avançam os aromas de frutos secos, com a avelá e a amêndoa torrada à cabeça, seguidos de perto pelos pinhões e macadâmias. Descobre-se um fundo de massa de pão, fermento, alguma canela e cravinho, sem esquecer o leve fumado que complexifica o vinho. O mais interessante é verificar que o aroma não está nada cansado, denotando uma juventude pouco vulgar para um vinho desta categoria.
Boca melosa sem ser muito densa, está equilibrado, matendo aquele leve apelo de juventude que o caracteriza. Não é particularmente longo e mostra-se mais recatado na boca que no nariz. Ainda assim é um Porto de bom recorte. |
| Ptos*: | 15,5 |
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| Data publicação: | Maio 2004 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Abril 2004 |
| Comentário prova: | Engarrafado em 2001. Muito baço, também ele velado, combinando tons casca de cebola, bege e laivos amarelo torrado que acabam por sobrepor-se aos apontamentos esverdeados do menisco. Toque alcoólico, muito iodo, canela, fumo e apontamentos tostados que não chegam a disfarçar uma impressão oxidada. Medianamente encorpado, modesto na untuosidade, com um desempenho discreto na prova de boca. Muito comedido na persistência retronasal, evidenciando baixa amplitude e profundidade de aromas, com saliência para os apontamentos tostados e a marca do álcool. Bem melhor nas impressões aromáticas finais com uma enxurrada de nozes a preencher os aromas de fundo de copo. E, a revelarem-se, pelo menos nesta fase, como o ponto forte do vinho. Não está mal, mas precisava de maior riqueza, particularmente no palato médio, estando longe da complexidade e delicadeza aromáticas que são de esperar num 30 Anos. E a estrutura global está longe de impressionarmatendo aquele leve apelo de juventude que o caracteriza. Não é particularmente longo e mostra-se mais recatado na boca que no nariz. Ainda assim é um Porto de bom recorte. |
| Ptos*: | 14 |
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* Base de pontuação 20 |
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