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| Quinta da Giesta rosé 2003 |
| Produtor: | Soc. Agrícola Boas Quintas |
| D.O. / Zona: | Dão |
| País: | Portugal |
| Tipo de vinho: | Rosé |
| Castas: | Touriga Nacional |
| Estágio: | - |
| Graduação (% vol.): | 12 |
| Enólogo: | Nuno Cancela de Abreu |
| Preço: | - |
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| Data publicação: | Março 2004 |
| Provado por: | Rui Falcão - Os5às8 |
| Data prova: | Fevereiro 2004 |
| Comentário prova: | Cor rosada evidente, salmão forte, com intensidade acima da média. Aroma bastante frutado, generoso na amplitude com algum rebuçado e alcaçuz, sugerindo alguma doçura residual. Logo de seguida surge pleno de pujança um envolvimento floral, com muita violeta, algum jasmim e um pouco de menta. O seu lado frutado sugere groselha, muita groselha e um muito original aroma a soro de queijo de ovelha...
Na boca confirma a doçura prometida, está leve, fresco e apelativo. A vertente floral sai reforçada na boca, com acidez muito correcta e fruta qb. Vejo-o com facilidade a acompanhar morangos, talvez mesmo morangos com chantilly. O único senão que lhe aponto é a doçura que pode prejudicar o acompanhamento de uma refeição. Ainda assim, poderá ser uma boa opção para os dias de canícula. |
| Ptos*: | 13 |
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| Data publicação: | Abril 2004 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Fevereiro 2004 |
| Comentário prova: | Um monovarietal Touriga Nacional, mas, desta feita, na variante rosé. Cor rosa salmonada, salpicada de laivos anil e, praticamente incolor no menisco. Notas de sulfuroso num nariz não muito intenso onde as impressões vegetais se aliam aos inevitáveis aromas primários da fruta, concretamente morangos framboesas e groselhas. E a persistência de um suave apontamento floral, mais evidente nos aromas de fundo de copo. Relativamente cheio, com um toque frisante e com um ataque bastante marcado pela doçura do fruto. Razoável intensidade de sabores frutados na evolução e um pós-gosto com média persistência, a deixar um rasto adocicado que, sem ser enjoativo, eu preferia que não estivesse lá. Ou, então, em compensação, pediria uma acidez mais vincada que conferisse uma dimensão mais refrescante ao fim de boca. Composto e simpático, como é de esperar de um rosé e, dada a natureza e o estilo, um vinho que eu não hesitaria em levar para um piquenique ou servir num final de tarde. Para tanto, basta pensar no cenário de um terraço com vista para o mar e a tez ainda marcada pelas estrias do sal da praia. Consegue imaginar? Gostou da ideia? Ainda bem! |
| Ptos*: | 13,5 |
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* Base de pontuação 20 |
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