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| Penfolds RWT 1999 |
| Produtor: | Penfolds |
| D.O. / Zona: | Barossa |
| País: | Austrália |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | 100% Syrah |
| Estágio: | 14 meses em 75% de madeira nova e 25% em madeira de segundo ano de carvalho francês |
| Graduação (% vol.): | 13,5 |
| Enólogo: | John Duval |
| Preço: |      |
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| Data publicação: | Janeiro 2003 |
| Provado por: | Tiago Teles - Os5às8 |
| Data prova: | Dezembro 2002 |
Comentário prova:
 | As iniciais deste vinho australiano significam "Red Winemaking Trial" (RWT). Estamos perante uma "selecção" de classe mundial, que veio preencher em 1997, uma lacuna na gama de vinhos da Penfolds - o de criar um Shiraz da região de Barossa. É a terceira marca da Penfolds, a seguir ao Grange e ao BIN 707 Cabernet Sauvignon. É também dos poucos vinhos australianos de topo que estagiam em carvalho francês.
Aroma pleno de força, com fruto preto maduro a marcar o nariz. A complexidade é acentuada pelos aromas a especiarias, eucalipto, borracha queimada, flores silvestres e rosas.
Na boca, a acidez viva cria uma sensação de frescura associada ao mentol, carregando um conjunto forte e elegante. Forte na concentração complexa de sabores a frutos maduros, a especiarias e a minerais, conferindo-lhe um estilo encorpado. Elegante no comprimento persistente do palato médio e do final de boca. Um vinho onde os taninos envolvidos na fruta conferem uma profundidade de sabor que persiste para além da prova. Segundo o produtor, o auge deste vinho será alcançado entre 2006 e 2018. |
| Ptos*: | 18,5 |
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| Data publicação: | Janeiro 2003 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Dezembro 2002 |
| Comentário prova: | Um assunto muito sério... mesmo sem lhe ver o rótulo. Um verdadeiro «blockbuster», portentoso na cor e na concentração. Ultra-glicerinado, chora que se desunha e, contudo, não se lhe vislumbra o mais pequeno "beliscão" alcoólico. Enorme vigor aromático, de empatia imediata, com a doçura do fruto preto (ameixa e cereja) e as notas especiadas entrelaçadas com a mais sedutora das madeiras. Uma boca irrepreensível, de perfil "XXL", onde corpo, estrutura, extracto, frescura, arquitectura tânica e final deixam qualquer um boquiaberto. Um tinto lindíssimo, muito longe de ser "bonitinho", se é que me faço entender. Esperem para que se concretize a integração plena entre a fruta e a madeira. E, esperem para que os aromas adquiram maior complexidade. Depois, bem depois, desesperem porque vão perceber que com três letrinhas apenas se escreve a palavra vinhão. RWT poderia, perfeitamente, ser Real Wine Treasure. Não é? Ai isso é que é! Longe de modas, a alta costura... servida a copo! |
| Ptos*: | 18 |
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Esta nota de prova foi contribuição de um leitor Os conteúdos são da inteira responsabilidade do autor |
| Data publicação: | Abril 2003 |
| Provado por: | Pepe |
| Data prova: | Abril 2003 |
| Comentário prova: | É a minha primeira incursão em vinhos desta categoria e só posso dizer uma coisa - adorei! Começa logo pela cor, tão preto que nem em contraluz se revela. Depois o nariz parece quase doce, parece aniz com alcatrão à mistura e muita, muita fruta. A boca é interminável, cheia de fruta, de chocolate e pareceu-me sentir mentol ou hortelã. É espesso, forte, muito potente. Adorei, simplesmente adorei! |
| Ptos*: | 19 |
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* Base de pontuação 20 |
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