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| Wynns John Riddoch Cabernet Sauvignon 1998 |
| Produtor: | Wynns |
| D.O. / Zona: | Coonowarra |
| País: | Austrália |
| Tipo de vinho: | Tinto |
| Castas: | 100% Cabernet Sauvignon |
| Estágio: | 26 meses em carvalho francês |
| Graduação (% vol.): | 13,5 |
| Enólogo: | Sue Hodder |
| Preço: |      |
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| Data publicação: | Janeiro 2003 |
| Provado por: | Tiago Teles - Os5às8 |
| Data prova: | Janeiro 2003 |
Comentário prova:
 | A história desta casa produtora de vinhos remonta aos finais do século XIX. As vinhas foram plantadas em 1850, e a propriedade foi adquirida por Samuel Wynn no ano de 1951. Como região produtora de vinhos, a zona de Coonowarra atravessava, nessa altura, o seu momento mais baixo. Mas, a aposta foi ganha e este Cabernet Sauvignon John Riddoch foi introduzido pela primeira vez em 1982. É produzido apenas em anos de qualidade superior.
Nariz bastante mineral. A esta frescura juntam-se aromas de cassis, pimentão e carvalho, num estilo apaixonante. Os sabores a fruto preto flutuam prolongadamente na boca, terminando num final persistente. O estilo é encorpado e a acidez fresca. A riqueza dos taninos é impressionante, dando o toque de longevidade necessário a um grande vinho. |
| Ptos*: | 18 |
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| Data publicação: | Janeiro 2003 |
| Provado por: | Pedro Gomes - Os5às8 |
| Data prova: | Janeiro 2003 |
| Comentário prova: | De cair para o lado! Enorme na concentração, completamente opaco, com tons violáceos no bordo. O "primeiro nariz" remete-nos para um vinho que foi extrair às raízes das videiras o "código genético" do terreno onde estão implantadas. Mineral e terroso a um tempo, com a sensação a carvão a misturar-se com a apara de lápis e a anularem toda e qualquer manifestação alcoólica. A evolução no copo aumenta a versatilidade do conjunto e as notas de fruto preto e chocolate surgem entrosadas com nuances balsâmicas e especiadas. Pura e simplesmente divinal na boca: cheio, muito encorpado, pastoso, com uma robustez tânica para 20 anos e um final absolutamente estonteante. Está lá tudo: a potência e o fulgor, o equilíbrio e a harmonia, num estilo raro e absolutamente esmagador. Perfeito. Como se o vinho servisse de anestésico ... e plenitude fosse a palavra de ordem. Renda-se ao que de melhor este mundo tem para dar... em Cabernet, ou noutra coisa qualquer! E, não se admire se, ao beber isto, julgar que entrou na "twilight zone". Entrou mesmo. Pergunto-me quantas vezes na vida voltarei a sentir as mesmas sensações ao provar um vinho? Inesquecível... e de um campeonato completamente à parte! |
| Ptos*: | 19 |
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* Base de pontuação 20 |
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